Técnicas Respiratórias – Pranayama


Descrição da acção

O workshop será desenvolvido com base no conceito de pranayama, enquanto parte integrante da Filosofia Yóguica. As técnicas respiratórias permitem que o ser humano tome consciência da sua respiração, aprenda a controlá-la e a usá-la para melhorar a sua saúde e a sua qualidade de vida. Está provado que muitos problemas respiratórios, como a asma e a bronquite, estão associadas ao incorrecto uso da caixa torácica. Respirar de forma correcta, recorrendo às várias técnicas, aumenta a taxa de CO2 no sangue, exerce uma massagem sobre o coração, melhorando a capacidade cardíaca, entre outros benefícios.


Objectivos gerais

No final do workshop, os formandos deverão ser capazes de:

    • Compreender o conceito de pranayama;
    • Aplicar as diferentes técnicas de pranayama.

Objectivos específicos

No final do workshop os formandos deverão ser capazes de:

    • Definir, por escrito, o conceito de Pranayama, em sala de formação e sem consultar o manual, com uma taxa de sucesso igual ou inferior a 50%;
    • Distinguir, por escrito, as diferentes técnicas respiratórias, em sala de formação e sem consultar o manual, com uma taxa de sucesso igual ou inferior a 50%;
    • Descrever, por escrito, 3 benefícios de cada uma das técnicas respiratórias, em sala de formação e sem consultar o manual, com uma taxa de sucesso igual ou inferior a 50%;
    • Executar 3 técnicas de respiração, em sala de formação e sem consultar o manual, com uma taxa de sucesso igual ou inferior a 50%.

Perfil do formador

Joana Sousa


Carga horária

4 horas


Condições de realização
  • Os formandos deverão vestir-se com roupa confortável.
  • A vertente prática do workshop será realizada nas esteiras, com os formandos sentados no chão.

Metodologia

O workshop é fundamentalmente prático recorrendo ao método demonstrativo, com adopção adicional do método expositivo na apresentação de alguns conceitos teóricos, que permitirão aos formandos uma aprendizagem significativa.


Momentos e modalidades de avaliação
  • No início do workshop, o formador poderá efectuar uma avaliação diagnóstica como forma de verificar o nível de conhecimentos dos formandos face ao tema a desenvolver.
  • Durante o workshop, o formador poderá recorrer a actividades de avaliação formativa como forma de regulação da aprendizagem.
  • No final do workshop, o formador realizará uma avaliação sumativa através de um teste escrito ou trabalho prático, individual, de forma a obter desta forma uma noção mais específica dos conhecimentos adquiridos por cada formando.
  • Terminada a acção, pedir-se-á ainda aos formandos que preencham um formulário de avaliação do processo de formação para efeitos de balanço da actividade formativa e do desempenho do formador.

Assiduidade dos formandos

A assiduidade deste curso é um requisito fundamental, na medida em que existem competências transversais que só podem ser adquiridas em contexto de formação presencial. Será condição obrigatória a frequência de 100% do total de horas do respectivo curso.
Da avaliação contínua e final pode resultar a necessidade do formando repetir ou reforçar um determinado tema, módulo ou momento de avaliação, onde se verifiquem situações como: falta do formando a um momento de avaliação; resultado obtido de nível insuficiente num determinado tema ou momento de avaliação, entre outros. Neste sentido poderá haver lugar a duas medidas de remediação: reforço das temáticas onde se verificou falta de aproveitamento; aplicação de um instrumento de avaliação equivalente. Esta decisão caberá à coordenação juntamente com o formador do respectivo módulo.


Certificação da formação

No final da formação será emitido um certificado de formação profissional, numa escala qualitativa, a todos os formandos que:

    • a) Tenham obtido uma avaliação positiva nos exames.
    • b) Tenham cumprido com os seus deveres de formando, respeitando rigorosamente os deveres de assiduidade e pontualidade.

A classificação da avaliação dos resultados da aprendizagem de cada formando é expressa através da atribuição de uma menção qualitativa e de uma classificação de acordo com a seguinte escala:

    • Muito Bom – de 18 a 20 valores;
    • Bom – de 15 a 17 valores;
    • Razoável – de 10 a 14 valores;
    • Fraco – de 7 a 9 valores;
    • Muito Fraco – de 1 a 6 valores.

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