Técnico Auxiliar de Farmácia e Parafarmácia


Descrição da acção

A crescente expansão da indústria farmacêutica exige a integração de profissionais qualificados e de âmbito de actuação sistémica. No que respeita ao/à Profissional Técnico Auxiliar de Farmácia torna-se imperativo formar profissionais com competências ao nível da preparação, fornecimento, distribuição, recepção, armazenagem e verificação de medicamentos, bem como as designadas competências transversais de comunicação, prestando informação adequada ao contexto em que se encontrem inseridos.


Objectivos gerais

Dotar os formandos de competências, atitudes e capacidades adequadas e necessárias à prática da actividade de Técnico Auxiliar de Farmácia.


Objectivos específicos

No final da acção, os formandos deverão ser capazes de:

    • Compreender, por escrito, a história e sociologia da farmácia, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, as tramites da saúde pública, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, noções básicas de farmácia, a sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, noções básicas de anatomia, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, o conceito de fisiopatologia, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, as competências inerentes à farmacologia, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, os procedimentos inerentes à dispensa de medicamentos e outros produtos de saúde, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, os procedimentos inerentes à dispensa de medicamentos não sujeitos a receita médica, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, o conceito de dermocosmética, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, algumas regras de segurança e higiene no trabalho, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, formas de desenvolvimento pessoal, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, algumas técnicas de merchandising, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Aplicar, conhecimentos de tecnologia geral, em casos práticos, na sala de formação e sem recorrer ao manual;
    • Compreender, por escrito, formas de organização e gestão de farmácia, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, formas de facturação de receituário, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Identificar, por escrito, formas de controlo de stock, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, a manutenção e controlo de equipamentos, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Compreender, por escrito, os critérios de ética e deontologia profissional, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Aplicar, as novas tecnologias ao sistema farmacêutico, perante casos práticos, na sala de formação e sem recorrer ao manual;
    • Identificar, por escrito, formas de relacionamento com os demais de saúde, na sala de formação e sem recorrer ao manual, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%;
    • Aplicar, os conhecimentos aprendidos ao longo da formação teórica, em contexto laboral, com uma taxa de sucesso igual ou superior a 50%.

Perfil do formador

Equipa técnica certificada pelo IEFP e com vasta experiência na área.


Carga horária

200 horas + 100 horas de formação em contexto de trabalho


Pré-requisitos

12.º ano de escolaridade; idade igual ou superior a 18 anos.


Metodologia

Metodologias activas que promovam a participação dos formandos, valorizando a sua experiência e a aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos.
A componente teórica, com recurso a metodologias expositivas com suporte de meios audiovisuais, irá alternar com a componente prática, onde os formadores disponibilizarão materiais para análise e reflexão conjunta, bem como para a realização de trabalhos práticos.


Momentos e modalidades de avaliação
  • No início do curso, os formadores poderão efectuar uma avaliação diagnóstica como forma de verificar o nível de conhecimentos dos formandos face ao tema a desenvolver. Este instrumento de avaliação permitirá ainda aos formadores personalizarem o programa da formação às especificidades do grupo.
  • Durante a acção, os formadores poderão recorrer a actividades de avaliação formativa como forma de regulação da aprendizagem.
  • No final de cada módulo, os formadores realizarão uma avaliação sumativa através de uma ficha de avaliação teórica. Como complemento à avaliação, os formandos terão de realizar um relatório da formação em contexto de trabalho. Com efeito, a classificação final do curso será obtida com base na seguinte ponderação:
      • 70% – Avaliação teórica, trabalhos individuais e/ou de grupo;
      • 30% – Avaliação Prática (Relatório da FCT).
  • Terminado cada módulo, pedir-se-á ainda aos formandos que preencham um formulário de avaliação do processo de formação para efeitos de balanço da actividade formativa e do desempenho dos formadores.

Assiduidade dos formandos

A assiduidade deste curso é um requisito fundamental, na medida em que existem competências transversais que só podem ser adquiridas em contexto de formação presencial. Será condição obrigatória a frequência de 95% do total de horas do respectivo curso.
Da avaliação contínua e final pode resultar a necessidade do formando repetir ou reforçar um determinado tema, módulo ou momento de avaliação, onde se verifiquem situações como: falta do formando a um momento de avaliação; resultado obtido de nível insuficiente num determinado tema ou momento de avaliação, entre outros. Neste sentido poderá haver lugar a duas medidas de remediação: reforço das temáticas onde se verificou falta de aproveitamento; aplicação de um instrumento de avaliação equivalente. Esta decisão caberá à coordenação juntamente com a formadora do curso.


Certificação da formação

No final da formação será emitido um certificado de formação profissional, numa escala qualitativa, a todos os formandos que:

    • a) Tenham obtido uma avaliação positiva no exame final.
    • b) Tenham cumprido com os seus deveres de formando, respeitando rigorosamente os deveres de assiduidade e pontualidade.

A classificação da avaliação dos resultados da aprendizagem de cada formando é expressa através da atribuição de uma menção qualitativa e de uma classificação de acordo com a seguinte escala:

    • Muito Bom – de 18 a 20 valores;
    • Bom – de 15 a 17 valores;
    • Razoável – de 10 a 14 valores;
    • Fraco – de 7 a 9 valores;
    • Muito Fraco – de 1 a 6 valores.

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