Medidas de Eficiência Energética e Contratualização de Fornecimento de Energia na Hotelaria e Restauração


Descrição da acção

Esta ação permitirá compreender e obter ganhos energéticos que permitam diferenciar-se dos seus concorrentes e conhecer as vantagens e desvantagens do mercado liberalizado.


Objectivos gerais

A acção visa:

    • Identificar as políticas energéticas a nível global;
    • Reconhecer a dependência energética nacional;
    • Identificar e calcular indicadores energéticos;
    • Identificar os principais consumidores de energia;
    • Identificar as soluções existentes no mercado;
    • Distinguir as vantagens e desvantagens das fontes renováveis e o uso da arquitetura bioclimática;
    • Reconhecer a oferta no mercado liberalizado de eletricidade e gás natural.

Objectivos específicos

No final da acção, os formandos deverão ser capazes de:

    • Reconhecer as principais metas energéticas a nível nacional e mundial;
    • Reconhecer a importância dos indicadores energéticos;
    • Identificar os principais consumidores energéticos;
    • Listar soluções que permitam otimizar a eficiência energética nas suas empresas;
    • Listar as principais fontes de energia renovável;
    • Reconhecer soluções de arquitetura bioclimática;
    • Analisar a oferta no mercado liberalizado de eletricidade e gás natural para tirar proveito da mesma.

Perfil do formador

Nuno Ferreira

    • Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho (TSHST) desde 2005;
    • Supervisor de uma central de cogeração e membro da equipa de auditoria interna nas áreas de qualidade e energia;
    • Licenciado em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro, com vertente opcional na área de Gestão de Energia;
    • Colaborador de empresas de serviços e indústria nas áreas de Manutenção, Energia e Segurança e Higiene e Saúde no Trabalho.

Carga horária

20 horas


Metodologia

Demonstrativo, interrogativo e expositivo.


Momentos e modalidades de avaliação
  • No início do curso, os formadores poderão efectuar uma avaliação diagnóstica como forma de verificar o nível de conhecimentos dos formandos face ao tema a desenvolver. Este instrumento de avaliação permitirá ainda aos formadores personalizar o programa da formação às especificidades do grupo.
  • Durante a acção, os formadores poderão recorrer a actividades de avaliação formativa como forma de regulação da aprendizagem.
  • No final do curso, os formandos realizarão uma avaliação sumativa através de teste escrito, equivalente a 60% da nota final e 40% resultante da avaliação contínua.
  • Terminada a acção, pedir-se-á ainda aos formandos que preencham um formulário de avaliação do processo de formação para efeitos de balanço da actividade formativa e do desempenho dos formadores.

Assiduidade dos formandos

A assiduidade deste curso é um requisito fundamental, na medida em que existem competências transversais que só podem ser adquiridas em contexto de formação presencial. Será condição obrigatória a frequência de 95% do total de horas do respectivo curso.
Da avaliação contínua e final pode resultar a necessidade do formando repetir ou reforçar um determinado tema, módulo ou momento de avaliação, onde se verifiquem situações como: falta do formando a um momento de avaliação; resultado obtido de nível insuficiente num determinado tema ou momento de avaliação, entre outros. Neste sentido poderá haver lugar a duas medidas de remediação: reforço das temáticas onde se verificou falta de aproveitamento; aplicação de um instrumento de avaliação equivalente. Esta decisão caberá à coordenação juntamente com os formadores do curso.


Certificação da formação

No final da formação será emitido um certificado de formação profissional, numa escala qualitativa, a todos os formandos que:

    • a) Tenham obtido uma avaliação positiva no exame final.
    • b) Tenham cumprido com os seus deveres de formando, respeitando rigorosamente os deveres de assiduidade e pontualidade.

A classificação da avaliação dos resultados da aprendizagem de cada formando é expressa através da atribuição de uma menção qualitativa e de uma classificação de acordo com a seguinte escala:

    • Muito Bom – de 18 a 20 valores;
    • Bom – de 15 a 17 valores;
    • Razoável – de 10 a 14 valores;
    • Fraco – de 7 a 9 valores;
    • Muito Fraco – de 1 a 6 valores.

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